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Técnico de enfermagem Lameque alia técnica e fé nos cuidados diários aos pacientes da UTI

No dia 12 de maio foi comemorado o Dia Internacional do Enfermeiro e no dia 20 foi celebrado o Dia Nacional do Técnico e Auxiliar de Enfermagem. Na Santa Casa de Birigui, 229 “anjos da saúde” compõem o quadro de colaboradores, tendo um papel decisivo na recuperação dos pacientes.

Nesta Semana da Enfermagem, apresentamos histórias de alguns profissionais como forma de homenagear toda a equipe de enfermagem da instituição que faz a diferença através desta nobre arte do cuidar, sendo responsáveis por garantir a qualidade de vida e o bem-estar dos pacientes.

Hoje é a vez do técnico de enfermagem Lameque Ramires Pereira, 28 anos, que trabalha há dois anos na Santa Casa. Nesse período, ele passou por diversos setores do hospital e atualmente exerce a honrosa missão de cuidar de vidas na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) “Marcos Luiz Lopes da Silva”.

VOCAÇÃO

Pereira conta que descobriu a vocação para a enfermagem durante um problema de saúde familiar. No final de 2016, o avô dele foi diagnosticado com câncer já em estado avançado. Nos últimos três meses de vida do avô, o técnico de enfermagem ajudou nos cuidados, despertando o desejo pela área.

“Incentivado pelo meu pai e diante desta situação com meu avô que não pude dar uma assistência maior, decidi fazer técnico de enfermagem. Como também me proponho em ajudar e cuidar do próximo por causa da minha religião, tive a convicção que a enfermagem deveria ser minha profissão”, recordou.

TÉCNICA E FÉ

Os profissionais da enfermagem dispõem de conhecimento técnico e científico para cuidar dos pacientes com segurança e eficácia. E precisam ter habilidades emocionais para lidar com situações de estresse, dor e sofrimento dos pacientes e a angústia de cada familiar.

Para enfrentar os desafios diários na UTI, Pereira afirma que alia a técnica e a fé nos cuidados com os pacientes. “Na UTI vemos pacientes chegando bem e indo a óbito em questão de horas, isso é muito chocante. Então presto uma assistência com maior parcela de humanização aliado com a minha fé”.

Com quatro anos de atuação na área, ele diz que o mais satisfatório é “ver um paciente que chegou na UTI bem debilitado saindo daqui agradecendo todos os cuidados recebidos. É saber que a minha assistência ajudou o paciente a se recuperar e ir para casa com seu familiar. Eu amo o que faço”, concluiu.

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